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ROTEIRO DE MEMÓRIAS E DA SAUDADE

PARTE IV

PERCURSO DEDICADO AOS INFANTES

DE CHAVES A VILA REAL 

3ª e última Etapa – Parada de Aguiar-Vila Real 

(07.outubro.2025)

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NOTA PRÉVIA

Com este post, acaba a nossa caminhada que, de Vila Real, nos levou ao Peso da Régua; do Peso da Régua a São João da Pesqueira; de São João da Pesqueira a Vila Nova de Fozcôa; de Vila Nova de Fozcôa a Torre de Moncorvo; da Torre de Moncorvo a Vila Flor; de Vila Flor; a Mirandela; de Mirandela a Valpaços; de Valpaços a Chaves; de Chaves a Vidago; de Vidago a Vila Pouca de Aguiar; de Parada de Aguiar a Vila Real. Foi uma longa caminhada que nos levou cinco anos a efetuar,  sempre por estrada, sobre o alcatrão por onde os carros da família circulavam para se visitarem uns aos outros. E recordando, pelas estradas, as peripécias de cada membro da família alargada, fundamentalmente as relacionadas com as estradas por onde passávamos. Que nos deixou imensas saudades, particularmente daqueles – e já são alguns – que partiram do nosso convívio.

Por outro lado, este é o último post que publicamos neste blog, da Sapo. Como os leitores sabem, a partir de julho próximo, a Sapo vai encerrar o serviço de blogs, que propiciava gratuitamente. Ainda não sabemos se vamos migrar todos os posts dos três blogs que tínhamos sediados na Sapo – Andarilho de andanhos; Voilá é Zassu; nona – para outra plataforma. Mas,  com certeza, iremos estar presente através de uma outra plataforma. Daqui até ao encerramento deste blog, prestaremos informação do local onde nos vamos sediar e se com um único ou com os três blogs que tínhamos na Sapo.

DEDICATÓRIAS

1. À minha neta madrilena, Alice, paulista de nascença, acompanhada por um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen(Porto, 6/11/1919 – Lisboa, 2/7/2004) e uma réplica da nossa autoria.

O MAR DE MEUS OLHOS

Há mulheres que trazem o mar nos olhos
Não pela cor
Mas pela vastidão da alma

E trazem a poesia nos dedos e nos sorrisos

Ficam para além do tempo

Como se a maré nunca as levasse

Da praia onde foram felizes

Há mulheres que trazem o mar nos olhos

pela grandeza da imensidão da alma

pelo infinito modo como abarcam as coisas e os homens…

Há mulheres que são maré em noites de tardes…

e calma.

(Obra Poética)

À Miguel Torga, adaptamos, desta forma, a poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen.

O MAR DE MEUS OLHOS

Há mulheres

que trazem o mar nos olhos

não pela cor,

mas pela solidão.

Mulheres de silêncio.

De passos lentos.

De alma pisada pelos dias.

Não pedem nada.

Nem amor, nem promessa.

Apenas ficam.

Como ficam os montes

diante do inverno.

Têm nas mãos

a fadiga da ternura

e nos olhos

uma distância sem nome.

Há nelas qualquer coisa de mar antigo:

vasto, escuro,

impossível de possuir.

E quando sorriem,

é só um instante de luz

antes da noite voltar.

Mas basta esse instante

para um homem levar a vida inteira

 a recordar-se dele.

2.  A minha neta Elisa Amma, a caçula do clã

Amma” significa “mãe” ou “divina mãe” em sânscrito, simbolizando nutrição, proteção, compaixão e amor incondicional. É um termo de grande reverência usado na Índia, popularizado por Mata Amritanandamayi, a “santa do abraço”. Também aparece com significados semelhantes em línguas como o Telugu e em algumas culturas africanas. Elisa vai acompanhada por um poema nosso:

AMMA

Eu estava perdido num deserto de gente,

Onde ninguém me via, ninguém me sentia,

Onde a solidão era um muro à minha frente,

E o silêncio gritava no fim de cada dia.

E foi então que o vento murmurou um nome,

Não o meu, mas um som doce de embalar,

Que cura todas as feridas que o mundo consome,

E ensina à alma cansada como voltar a amar.

Era “Amma”, palavra breve e tão imensa,

Que contém todo o universo num abraço,

Uma melodia que o coração sempre pensa,

O porto seguro onde desfaço o cansaço.

Amma: farol na noite mais fechada,

Colo de Mãe que nos faz nascer.

Amma: não é apenas um nome, não é nada —

É tudo o que precisamos para viver.

PERCURSO

Troço I – Parada de Aguiar-Vilarinho de Samardã

Quando saímos do albergue de Parada de Aguiar, ou do Corgo, já o sol tinha nascido.

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A jornada de hoje era longa e mal nos apercebemos de atravessar a aldeia de Parada. Apenas registamos, na sua travessia, este tanque, junto à igreja.

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Saídos de Parada e entrados na Nacional 2, começámos a atravessar a conhecida e longa reta de Vila Pouca. Do nosso lado direito, a serra do Alvão; do lado esquerdo, a serra da Padrela, com as suas povoações a meia encosta – Zimão, Gralheira e Tourencinho.

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No Restaurante Reta parámos para reforço do pequeno-almoço, como já é nosso hábito. 

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E prosseguimos, atravessando o parque empresarial de Vila Pouca de Aguiar (e ninho de empresas).

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Estes enormes pavilhões foram construídos, se a memória o nos falha, na década de 70 ou 80, para albergarem a fábrica da Tabopan, que nunca chegou a funcionar.

Continuámos a percorrer a reta da Nacional 2 com um tráfego intenso pela manhã, continuando a seguir a serra da Padrela e a veiga com os produtos outonais já recolhidos.

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Passámos por Carrica,

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que mãos anónimas, de vez em quando, mudam para Carriça e não nos esquecemos de registar este antigo reclame do Nitrato do Chile, que tantas vezes nos chamava a atenção quando íamos de Chaves para Vila Real, no regresso de férias.

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Não nos ficou desapercebida esta casa em Vila Chã, cremos que ligada ao Turismo Rural, e de gente bem conhecida da zona.

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E antes de passarmos  pelo curso de água, que passa entre Vila Chã e Covelo, uma exploração bovina.

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Começámos a subir ligeiramente na estrada e, a determinada altura, fizemos aqui

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uma pequena pausa para beber água e tirar as camisolas: começava a aquecer, num dia solarengo.

Estabelecendo o limite geográfico, na zona da Estrada Nacional 2, aparece-nos a Ribeira do Mezio(também designada localmente por Ribeiro do Mezio). Este curso de água contorna a povoação de Covelo pelas suas vertentes poente e norte e desagua diretamente no rio Corgo, numa zona de quedas de água e canais conhecida na região como a Levada do Fidalgo.

A Ribeira do Mezio nasce nas proximidades de uma antiga estrutura serrana conhecida como o Fojo do Lobo – uma armadilha comunitária histórica em pedra usada para capturar lobos -. Ao descer em direção ao Covelo, temos:

  • Sistema de Moinhos: As águas da ribeira eram canalizadas para alimentar vários moinhos de rodízio em pedra. Estes moinhos eram cruciais para a subsistência local, onde as populações de Covelo e Vila Chã moíam o centeio e o milho para fazer o pão.
  • A Levada do Fidalgo: É uma imponente infraestrutura hidráulica tradicional de pedra que encaminha a água da ribeira até à sua foz no Rio Corgo. Destaca-se pela engenharia rural antiga e pela beleza natural envolvente, marcada por pequenas quedas de água e vegetação densa de amieiros e carvalhos.

O ponto exato onde a EN2 cruza esta linha de água (por volta do quilómetro 67 da rota oficial) reveste-se de grande simbolismo, porque é:

  • Fronteira de Concelhos: A ponte sobre o ribeiro dita o fim do concelho de Vila Pouca de Aguiar(Covelo) e o início do concelho de Vila Real(Vila Chã).
  • Transição de Regiões: Esta travessia marca o limite físico entre a região natural de Trás-os-Montes e a entrada na área de influência de transição para o Douro, visível na gradual alteração da paisagem e do relevo circundante.
  • Ecopista do Corgo: Muito perto deste ponto, em Covelo, localiza-se o topo sul da Ecopista da Linha do Corgo, o antigo canal ferroviário reconvertido em pista ciclável e pedonal que une esta zona à vila de Vila Pouca de Aguiar.

O município de Vila Pouca fez por bem assinalar a divisão do concelho de Vila Pouca de Aguiar com o de Vila Real um pouco mais à frente, aqui mesmo postando o seu guerreiro.

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Em pouco minutos, atravessávamos a pequena povoação de Covelo.

Olhando para este nicho,

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Florens comentava-nos que, hoje em dia, é rara a aldeia de Portugal que não tenha um nicho com a imagem de Nossa Senhora de Fátima. O povo português venera mais a mãe de Jesus Cristo que o próprio Cristo.

A partir daqui,

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dirigimo-nos para Vilarinho de Samardã. 

Chegados aqui, e porque estamos muito perto do Fojo do Lobo de Vilarinho de Samardã, não resistimos de referir esta armadilha. 

Trata-se de uma armadilha histórica e comunitária em pedra, situada nas elevações da serra a escassos quilómetros de Covelo e Vila Chã, junto à Estrada Nacional 2.

Esta estrutura ancestral desempenhou um papel marcante na vivência e na literatura da região:

Arquitetura Única (Fojo de Cabrita)

Ao contrário dos fojos mais comuns no Norte de Portugal (que têm muros longos e convergentes em “V”), o fojo desta zona possui uma configuração rara: 

  • Muro Circular: Consiste num reduto fechado de paredes toscas em granito, aproveitando o declive natural do terreno.
  • Paredes Inclinadas: Os muros têm cerca de 2 metros de altura e são ligeiramente inclinados para o interior. Isso permitia ao lobo saltar facilmente para dentro, mas impedia-o de conseguir impulso para escapar.
  • O Isco (A Cabrita): No centro do fojo existe uma pia quadrangular de pedra. Ali era colocada uma ovelha ou cabra viva como isco. O balido do animal atraía o predador durante a noite, deixando-o encurralado até à chegada dos pastores.
  • O escritor Camilo Castelo Branco, que viveu na vizinha aldeia de Vilarinho de Samardã entre 1839 e 1841, descreveu detalhadamente o funcionamento e a atmosfera dramática deste fojo na sua famosa obra Novelas do Minho.
  •  

Troço II – Vilarinho de Samardã-Escariz

Feito este aparte sobre o Fojo do Lobo, ao chegarmos nas proximidades de Vilarinho da Samardã, cumpríamos 50 quilómetros de estrada.

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À nossa esquerda a nossa companheira Padrela, que não nos larga.

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Nestas bombas de gasolina, já à entrada de Vilarinho de Samardã, fizemos uma pausa para tomar café. 

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Florens contou-nos uma situação dramática relacionada com os antigos donos desta gasolineira e do restaurante, seus conhecidos. A vida tem destas coisas… infelizmente.

Do outro lado da estrada o Restaurante Fojo do Lobo, fazendo preito ao célebre fojo do lobo.

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Sempre que passamos nesta estrada gostamos de admirar esta antiga escola primária.

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Aqui as meninas tinham aulas separadas dos meninos, no mesmo edifício, mas em compartimentos separados.

Em Portugal, estas escolas eram geralmente conhecidas como escolas primárias do Plano dos Centenários ou simplesmente escolas de separação por sexos.

Muitas das escolas construídas durante o Estado Novo (sobretudo entre as décadas de 1940 e 1960) tinham:

  • entradas separadas,
  • recreios distintos,
  • alas diferentes,
  • e até sanitários independentes para rapazes e raparigas.

Arquitetonicamente, eram frequentemente chamadas de:

  • escolas de duas salas (uma para meninos e outra para meninas),
  • ou escolas geminadas.

Gostamos de ver esta escola bem conservada que, à falta de crianças para a frequentar, serve outros fins.

Registamos, na passagem por esta localidade:

  • Que por aqui passa o Caminho Interior de Santiago;
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  • A ribeira da Borralheira;
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  • Uma modesta capelinha, à beira da estrada, que data de 1719;
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  • um velho moinho, bem tratado, também à beira da estrada, ao qual Florens não resistiu ir vê-lo,
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bem assim o seu rodízio;

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E, à saída, o tio de Soutelo.

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Prosseguindo a nossa jornada, depois de uma longa curva, estávamos nas imediações de Escariz.

Troço III – Escariz-Lordelo

Aqui fizemos questão de fazer uma pequena paragem

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para tratar um dedo de um pé que nos estava a incomodar, sangrando. 

Olhámos para o lado. Aqui estava a fonte, onde muitas vezes parámos,

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mas já não nos oferece a água fresca que noutros tempos nos matava a sede em dias de forte estio.

Neste troço de estrada corria uma azáfama para colocar novo pavimento ao longo da povoação.

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Seria o momento eleitoral autárquico que se avizinhava?

Mais uma pequena pausa para Florens matar a sede no fontenário da aldeia, ao longo da estrada,

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mesmo do outro lado da rua e da estrada.

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Continuando o nosso percurso, atravessávamos Escariz

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onde, como já acima referimos, não falta aqui também o nicho/Cruzeiro.

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Em pouco minutos atravessávamos Gravelos.

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Agora, do nosso lado direito, a serra do Alvão com Lordelo (?) a meia encosta. 

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O sol começava a apertar connosco e, passada Vila Seca, entrávamos em Calçada.

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Cumpríamos 60 quilómetros de estrada

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e a barriga começava a dar horas. Nesta zona, 

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frequentada por alguns restaurantes, parámos num deles – Regada Velha. Muito frequentado, este restaurante, por gente que gosta de comer a preço económico.

E faltava-nos o último troço para acabarmos a nossa saga do Roteiro que nos propusemos levar a cabo há cinco anos – a casa do Florens, em Lordelo.

Com mais de 20 quilómetros nos pés; estômago cheio; estradas a subir e descer e, fundamentalmente, um sol intenso, ficámos de rasto. Nem vimos bem Lordelo. Apenas na encosta a sua igreja matriz 

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e o seu imponente Centro Cultural.

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Precisávamos urgentemente de nos hidratar e, logo que vimos um café aberto, para lá nós dirigimos. Suado e bastante cansado, deixamo-nos ficar ali um bom pedaço a recuperar forças, enquanto a Florens falava com o proprietário do café, seu conhecido.

Lordelo, de Vila Real, destaca-se pelo seu equilíbrio entre a proximidade urbana e a natureza pura da Serra do Alvão. Está localizada na vertente sul da serra, a cerca de 550 metros de altitude. O que mais nos chamou a atenção foi a enorme quantidade de água que corria pelas valetas das ruas da localidade.

Finalmente, chegávamos à rua Cidade do Peso da Régua.

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fechando a roda do périplo que nos levou desde esta terra, até ao Peso da Régua, Moncorvo e Chaves. 

O desafio do Florens, feito em 2021, que foi por nós aceite, foi aqui cumprido, e aqui chegou ao 

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Fica também aqui o percurso do dia, gravado no nosso Wikiloc.

ROTEIRO DE MEMÓRIAS E DA SAUDADE

3ª e última etapa – Parada de Aguiar (ou do Corgo) – Lordelo (Vila Real)

***

Ao fim também chegam as nossas publicações neste blog.

Obrigado a todas e a todos que, durante estes anos, nos acompanharam. Brevemente indicaremos para onde migrámos e/ou vamos continuar a publicar.

Bem hajam pela vossa paciência em nos lerem.

VILA REAL

(Carregue em cima de Vila Real para ver Anime) F   I   M